domingo, 5 de Agosto de 2012

Triturando... "We Found Love" por lovofbelieber #3 [FINALE]

Antes de começarmos esta terceira e última Trituração de "We Found Love", resolvemos que seria uma boa ideia recuperar o link da fic, publicada no Nyah! e fazer um estudo de mercado. Sabem é que a muito prestigiada autora de seu nick loveofbelieber deu nome à sua fic de "We Found Love" (salvé a falta de imaginação e o Spoiler Instantâneo!) nome também de música da Rihanna, esse ícone da Pop mundial (que o é, não venham dizer que andamos aqui a cortar na casaca de celebridades internacionais - embora algumas o mereçam.) Sendo assim, seria de esperar que mais alguém tivesse exactamente a mesma ideia, e nomeasse a sua fic sob a influência e inspiração de tão magistral criação musical. (*sarcasm on* Get the difference now?) Ora então anotem estes dados de pesquisa estatística:

- Em todo o arquivo do Nyah! existem actualmente nada mais nada menos que 48 fanfics de nome "We Found Love", "We Found Love in a Hopeless Place", "We Found Love in a Without Hope Place" e variáveis com erros ortográficos;

- Para além de Justin Bieber, as mais visadas "vítimas" das(os) ficwritters são os One Direction (paralelismos e comparações perfeitamente compreensíveis), havendo também fics de fandoms variados entre os quais The Vampire Diaries, Glee, Twilight (claro está), pseudo-celebridades inconsequentes da Disney actual variadas e (espantem-se) CSI!

- Das 48 fics encontradas 8 têm como classificação + 18, 21 estão classificadas como + 16 e apenas 3 são livres. Verificando a tendência do fictionworld a percentagem de população com menos de 16 anos a escrever as fics para + 16 e + 18 deverá ser de, vaticinamos, 99%.


Tirem as vossas próprias conclusões disto!

E agora, o capítulo...

Capítulo 3- Bob Esponja 

[Ely: NUNCA gostei deste tipo…]

[Cocas: Cheira-me que vão estragar a infância de algumas pessoas…] 

[Mar: Qual é o mal de uma esponja falante que vive no fundo do mar? Não pode sair nada de assim tãaao mau num capítulo com este nome! I mean, vejam esta imagenzinha adorável…]


domingo, 15 de Julho de 2012

Cala-te lá só um bocadinho!... #1 Angel-O

Por: Mar, The Boss

Amiguinhos e amiguinhas de Demanda Trollífica, não é que hoje vos vou apresentar a mais bela e recente preciosidade da música portuguesa? Não acreditam em mim?! Ora então olhem bem para este menino:



Pois que depois desta foto, alguém tem dúvidas de que o senhor aí representado é uma preciosidade?

Well… Eu tenho!

sábado, 19 de Maio de 2012

A BRAVO Demanda


Por: Ely, The Witch


Meus caros, quem é que se lembra… da BRAVO? Sim, esse mesmo convite-para-vender-a-dignidade que aparece em primeiro lugar na pesquisa do Google, essa colorida visão que te fere os olhos nas vitrinas de cada quiosque por esse país fora, essa fonte máxima de informação sobre a “cultura” pop actual e, resumindo, essa mesma razão pela qual os actuais adolescentes terão os seus eus futuros a olhar para trás com vergonha e horror.

Para quem não conhece (aka para quem tem estado num qualquer treino budista a murmurar cânticos por baixo de cataratas) ou para quem não se lembra (diz que o cérebro apaga as coisas que nos fazem mal) a BRAVO é uma revista direccionada para o público adolescente. Como adolescente que fui, também eu contribui para as vendas da dita… Embora “no meu tempo” ela não fosse tão má – qualquer coisa que tivesse Senhor dos Anéis e Harry Potter (MESMO Harry Potter, não artigos sobre o quão “hot” são os actores) não poderia ser má de todo – e sim, é essa a desculpa com que tenho acalmado a minha consciência e subornado a paz de espírito. Se resulta? Epah…

Focus, focus! Retornemos ao assunto em mãos: por uma razão que não lembra ao diabo nem a mim, decidi que dar uma espreitadela à BRAVO de hoje em dia seria algo… engraçado. Apenas o facto de não querer ser vista de maneira nenhuma a comprar um exemplar – a minha duvidosa reputação tem o seu orgulho – me estava a impedir de o fazer… Até ter encontrado uma BRAVO dessa mesma semana deitadinha à minha espera na Biblioteca, no dia a seguir a ter-me lembrado de, you know, comentar a revista.

O Panteão dos Deuses deu o seu favor à “BRAVO Demanda”!

Feita a introdução, passemos para o comentário em si... Começando pela capa! Mais colorida que os arco-íris que a internet inteira tem vomitado por gatinhos, Avengers e Diablo III, as garrafais letras ainda são o que eu me lembro. O conteúdo mais ou menos, afinal, mudaram-se os tempos e com eles vieram as bandas de K-Pop, o que justifica plenamente um “colecionável K-Pop”, o que quer que isso signifique (estou a partir do pressuposto que não oferecerão um coreano dançante).

Recordam os brindes mais “in” e “cool” que costumavam constituir 80% dos acessórios de muitas (eu) pessoas-a-ser? Alguma bitch levou os coolíssimos brincos-asas-de-anjo prometidos. Senti-me desfalcada, havia uma certa nostalgia dos brincos fantasia-oferta-da-BRAVO que me causavam alergia/ferida nas orelhas.

Mas avançando, e porque “sexy, sexy, sexy” (exactamente assim, três vezes seguidas) chama atenção, os brincos são rapidamente esquecidos em favor das mini-fotos de um grupo de jovens engalfinhados num barquito de borracha, sob o título chamativo de “One Direction fazem subir a temperatura!” Alto lá, que está explicada a elevação súbita que tivemos a semana passada! São eles, minha gente, são eles!

Este bom clima é, naturalmente, cortado logo de seguida com a figura que até ao momento tem predominado neste blog: “Justin Bieber anda na maior”. Embora não esteja representado como um dealer do “maaauuuullll” violador de meninas indefesas, a foto escolhida… Bom... Nunca pensei vir a incentivá-lo a despir-se, mas… Justin. Livra-te. Do. Casaco.

Terminando o rol de apetites que nos esperam dentro das páginas da BRAVO, temos um jovem da Casa dos Segre… Não, esperem… Afinal é dos Morangos com Açúcar. Confesso que não encontro grande diferença, o que interessa, no entanto, é que o João Mota não se sente como um sex symbol, o que me leva a pensar que alguém capaz de dizer algo com o qual eu concordo a 100% é capaz de ter um QI avançado demais para a TVI em que se encontra.

Eu usei o verbo “terminar”? Pois não me referia ao comentário em si. Sim, meus caros, não julguem que não há mais – e os posters? Ah pois! Eu recordo receber dois posters por BRAVO, os dois na mesma folha, o que me lixava muito o esquema quando eram dois que eu gostava e não sabia qual a focinheta que deveria deixar à vista na porta do meu armário. Ah, os dilemas da juventude… Enfim, não sei se foi algo especial (“Ah e tal, estamos aqui com posters em stock, vamos dar em dobro!”) ou se mudou definitivamente, mas esta edição tinha não dois, mas QUATRO posters! Passo a enunciar: Selena (remember Jelena?), Angel-O, Big Rush Time (um filme? Uma banda? Diz a Wikipédia que uma série) e Hunger Games. 

Um minuto por favor enquanto eu carrego as duas perguntas com que reagi a este último… QUE ESTÁ ESTA COISA LINDA A FAZER NO MEIO DA BOSTA? E QUEM FOI A FILHA DA BOSTA QUE JÁ ME ROUBOU O POSTER?

*arf arf arf*
*Full rise*

Tudo isto eclipsa-se perante a foto e notícia de capa… E porquê? Porque, caríssimos, temos Rihanna nos dias em que não se assemelhava a um fósforo ambulante, photoshopada ao lado de Miley Cyrus, que apesar de um bonito corte de cabelo novo continua a parecer-me demasiado com uma boneca insuflável. Chega a questão – que raio de razão foram desencantar para fazer da dupla a capa, atendendo a que até para as juntar foi necessário o Photoshop? Vou deixar que o título explique tudo:

“O up and down do amor – Rihanna solteirona para sempre… e Miley pronta para casar! Vai ser assim até quando?” 

Eu vou lançar o wild guess de que… Até ao próximo número da BRAVO. Embora atendendo ao fraco gosto da Rihanna, a mulher esteja melhor Forever Alone.

Terminamos, desta vez… de vez! (notaram a piada? Ahahah! O quê? Não? Okay) com as notas de rodapé, uma referente à shortsmania que pelo que tenho visto é abusada ao ponto de se tornar slutsmania, e penteados nota 20, o que equivale a dizer que nenhum docente universitário teve parte nesta avaliação.

Que vos parece, meus caros? Ansiosos pelos petiscos da BRAVO?

GoT: GdNNN – Chosen, por Kayna [1]

Bem-vindos ao primeiro episódio especial do Game of Trolls: Guerra das NaNoNinjas (GoT:GdNNN), que vai resolver o conflicto mais épico dos últimos tempos, trazendo ao campo de batalha as duas eternas némesis Moggo e Lady Entropy, que vêm visitar o Game of Trolls para uma série de reviews especiais. Visto que as duas estão em guerra, que forma melhor de resolver os seus problemas do que trollando de forma épica fanfiction que é tão má que devia ser proibida por ser um atentado à Convenção de Genebra?


Lady Entropy: Eu sou a Lady Entropy, aka A Amiga da Onça, criatura das trevas forjada nos fogos do Monte Doom, com uma língua afiada, uma paixão por livros e uma falta de vergonha total. O meu vocabulário é pesado (ou não fosse do Nuarte, carago!) e a minha tolerância extremamente reduzida. Li demasiados clássicos, por isso agora só gosto de livros que não são “a sério” (muitas aspas nisso). As minhas vítimas originais eram jogos (não de computador) mas o meu veneno chega para dar e vender, e agora chegou ao mundo da fanfiction.

Moggo: E eu sou a Mogggo, aka…eu não tenho nada para colocar depois desse aka. Preciso de fazer algo acerca disso. Ando há um ano e meio a chatear e ofender gente online, pois as vossas lágrimas e crises de fúria são nutritivas, nham. É portanto uma surpresa que a única pessoa a declarar-se minha inimiga jurada insista em arrastar-me para coisas divertidas como esta, em vez de implicar comigo como alguém normal faria. Preciso de fazer algo acerca disso, também. 

Porque as duas se descobriram incapazes de concordar sobre que colecção é um maior concentrado de estupidez e iliteracia, se Casa da Noite, se Crepúsculo, decidiu-se que o alvo desta trollagem especial seria uma fanfiction que dá pelo título de “Chosen”. Ou, como lhe preferimos chamar, “Quem é que pensou que isto podia ser uma boa ideia, porra?”. Aparentemente, alguém achou que fazia falta ao mundo um crossover entre dois dos franchises mais trolláveis que existem. Confrontadas com este atentado a tudo o que é bom, são e sagrado, as duas némesis resolveram unir-se para destruir o monstro.

Mas antes de o boi ser pegado pelos cornos, é necessário esclarecer o que exactamente está na origem das diferenças de opinião das duas acerca dos acima mencionados livros.

Lady Entropy: Apesar de ser uma Mary-Sue que colecciona poderes e namorados como velhotas coleccionam gatos abandonados, a protagonista do Casa da Noite pelo menos tem uma personalidade, e não fica sentada apaticamente à espera que as coisas lhe caiam no colo – faz asneiras, e paga por elas. Apesar de ter um harém de apaixonados, tem amigos que são importantes – e não são a família dos amados. E personagens importantes morrem em CdN (okay, depois voltam à vida, mas na altura não se sabe isso)! E as coisas resolvem-se à batatada, em combates onde pessoas se magoam a valer, e não com conversinhas. 
Ah. E os vampiros aqui? Não brilham.

Moggo: Geralmente, a minha defesa do facto de ser twifã consiste num simples “gostos não se discutem, ‘kay?”. Mas uma vez que alguém aqui tem de servir de advogada do diabo...*aclara a garganta* Ter uma personalidade é precisamente o problema da Zoey. Se a intenção é fazer com que as jovens, inocentes e impressionáveis leitoras se identifiquem com a protagonista, mais vale que esta seja um buraco vazio a ser enchido do que um buraco que tende a estar cheio com…certo, penso que vocês já estão a ver onde quero chegar. Também, diga-se o que se quiser das capacidades da Sra. Meyer como escritora, ela é ao menos consistente no seu uso de prosa púrpura. Os livros de CdN lêem-se como se tivessem sido escritos por uma velhinha bipolar que não consegue decidir se quer ser “hip” ou despejar o dicionário de sinónimos na página. E para argumento final, a Saga Crepúsculo é composta por só quatro livros. ‘nuff said.

Criancinhas e pessoas facilmente impressionáveis, abstenham-se de continuar a ler. Isto vai ser feio. Os disclaimers são os do costume: nada é mudado no texto da fic, ele não nos pertence e nós não o quereríamos se nos fosse oferecido numa bandeja de platina, opiniões são nossas, a Terra completa uma rotação à volta do Sol a cada 365 dias etc., etc.

E agora, passemos à diversão!

segunda-feira, 30 de Abril de 2012

Triturando... "We Found Love" por lovofbelieber #2


Ecrã negro…começa a tocar uma música de fundo… o SUSPENSE… A letras brilhantes começa a surgir uma frase:

Anteriormente em… Triturando…


…Conhecemos lovofbelieber (ou Nathália), uma autora brasileira com “13 anos aninhos de pura sedução” e muitas faltas às aulas de Língua Portuguesa.
Aparentemente Nathália (notem a semelhança fonética com a protagonista da sua história: Thayala) desconhece a utilidade da pontuação e conceitos simples como coerência, violação, bom senso e utilidade pública. 


Mas será que o capítulo 2 é tão mau como primeiro? Irá a jovem Nathália exceder-se a si mesma?... Irá Justin Bieber tornar-se no garanhão que a autora tanto deseja para si?
Leiam por vocês mesmos!

terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

Triturando... "We Found Love" por lovofbelieber

Decidimos, por sugestão alheia começar este "Triturando" com... We Found Love!

(e sim, isto é a "capa" da fanfic)

We Found Love é uma pérola do mundo das fanfictions que têm como elemento principal o nosso estimado Justin Bieber. Antes de mais há que salientar que nenhum de nós tem nada contra o rapazinho em questão [Mar: ele não tem culpa que os pais tenham escolhido o sexo errado!]. Mas adiante! [Pegada do sapo: Justin Bieber sucks, or, at least, is a GIRL!][Mar: Nota: Ok, a Ely é imparcial, pronto!]

Nota: O seguinte texto, bem como a apresentação do mesmo, é da exclusiva responsabilidade da autora. Nem a Mar nem a Ely e nem o anfíbio podem ser responsabilizadas por traumas mentais dos leitores deste… hum… conjunto de palavras.



Triturando...

Olá.

Todos sabemos que a Internet é a casa dos mais variados tipos de informação. Infelizmente para todos aqueles que defendem a arte de bem escrever, essa informação não parece ser suficiente para que algumas alminhas deste mundo decidam que, para poderem publicar algo que as outras pessoas queiram ler, é necessário fazer uma coisa básica: APRENDER A ESCREVER!

Acontece que, quando se publica algo que é na verdade um verdadeiro atentado à inteligência de quem lê, é difícil resistir a certas urgências que aparecem vindas sabe-se lá de onde! Assim surgiu a arte da ripagem, como lhe chamam os nossos amigos brasileiros.

Surge assim a rubrica Triturando…*coisas*, uma colaboração da Mar, da Ely, e com umas pegadas do anfíbio aqui e ali, que inclui uma dissecação dos mais hediondos crimes contra a faculdade mental dos cidadãos.

Pedimos de adiantado desculpas pela fraca qualidade dos textos e até de alguns low comments nossos, mas são pequenas e doces Tentações.

Atenção: As histórias aqui publicadas e perfis apresentados são reais (ou pelo menos alguém os postou; não nós). Em duas palavras? ME-DO!

Atenção 2: Tentar ler estes textos sem os nossos comentários pode desenvolver esquizofrenia, distúrbios obsessivos-compulsivos, ou, na pior das hipóteses, Hipertricose Lanuginosa Congénita. Outros danos colaterais apresentam-se sob a forma de lágrimas de sangue, cefaleias, cegueira temporária e alergias várias em locais menos públicos!